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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Aproveitem agora!

Lembram-se deste post? Foi escrito há precisamente dois anos…

Este sábado, 23 de maio, eu e Mana Querida decidimos voltar à Baixa de Lisboa. Ouvimos dizer que as lojas já estavam abertas e estávamos sequiosas por um bom e velho bater de perna nas lojas do trapo.

Chegámos à Rua Augusta pelas 10h30. Pelas 11h00 já tínhamos percebido que tínhamos que baixar as nossas expectativas. As lojas grandes só abriram um piso, não têm os provadores disponíveis e ainda não têm grande parte da coleção de verão.

Em meia hora já tinha esfregado tanto álcool gel nas mãos que me sentia habilitava a entrar num bloco operatório e fazer uma cirurgia de barriga aberta… não fosse aquela sensação de mãos peganhentas…

Quando decidimos regressar a casa reparámos que só tínhamos barco daí a uma hora. Decidimos fazer tempo dando uma volta mais larga para chegar à estação dos barcos. Subimos a Rua da Madalena, até ao Largo do Caldas, seguimos até às Escadinhas de São Crispim, fomos dar à Sé de Lisboa, descemos pela Igreja de Santo António…

Já se vê algum movimento nas ruas, mas nada que se compare com o movimento antes do confinamento. Em fevereiro se quiséssemos fazer uma volta assim, teríamos que batalhar por cada passo, seria uma luta avançar entre magotes de gente e trânsito.

A Baixa está deserta.

Já decidimos… no próximo sábado vamos voltar! Vamos aproveitar para mostrar à nossa miúda os miradouros de Lisboa, as praças, o castelo, as ruelas dos bairros lisboetas, sem ter que pedir licença a dez pessoas para conseguir avançar um metro.

Não sou contra os turistas. Fazem-nos muita falta. Quero que voltem. Há muita gente a depender do seu regresso para conseguir levar comida para casa, vimos muitas lojas fechadas, não vimos um único Tuk-Tuk ou autocarro de excursão, o Largo da Sé que costuma estar apinhado de gente… um silêncio, uma paz… só se ouviam os pombos, as rolas e os pardais.

Os turistas voltarão, mas enquanto isso não acontece… vamos aproveitar agora que não estão e usufruir as nossas cidades com mais calma (nem que seja com as mãos peganhentas de álcool gel de qualidade e cheiro duvidoso!)

Fui ao zoo de Lisboa... e não gostei!

Há uns três ou quatro anos fui com a famelga toda ao Zoomarine. Sobrinha Mai’Linda era pequena e andou todo o dia encantada com os espetáculos dos golfinhos, das focas, dos leões marinhos, até com as piscinas (que cheiravam a lixivia que metiam dó… a água era amarela… bhlec…).

Andei todo o dia com uma sensação estranha. Em cada espetáculo que assistia… tudo aquilo era estranho… ver aqueles animais a fazer gracinhas para os humanos… estava incomodada…

Este verão fui ao Zoo de Lisboa. Outra vez a mesma sensação desagradável...

Não achei exagerado o preço da entrada… se pensarmos que é preciso pagar ao pessoal, manter o espaço limpo, alimentar e dar cuidados veterinários àqueles animais todos… então os 22€ são um preço justo, e também não foi o facto de o espaço estar em obras que me incomodou (se bem que eu fui a um dia de semana e não se via lá ninguém a trabalhar…).

O que mais me deixou aflita foi a apatia dos animais… é verdade que eu fui ao fim da manhã, estava calor e também não é suposto os bichos estarem a fazer macacadas para os visitantes, mas ainda assim… os bichos estavam ali em… exposição…

Eu acho que a apatia deles, em parte, se devia à gritante falta de espaço do Zoo e não haver uma maior distância do público.

Entra pelos olhos dentro. O Zoo de Lisboa não tem espaço para ter aquela quantidade de animais. Estão todos amontoados e nem sempre nas melhores condições (por exemplo, os pinguins são animais preparados para o frio, muito frio do Polo Sul, não seria suposto estarem num ambiente mais protegido e, sobretudo, arrefecido e não ao sol de um dia de verão em Lisboa?).

Ainda vimos o espetáculo dos golfinhos… outra vez a mesma sensação de tristeza… ver aqueles animais lindos a fazer habilidades, com hora marcada, apenas para podermos bater uma palmas (já para não falar na parte em que criancinhas vão à beira da piscina para fazer festas aos bichos...)

Falamos muito dos animais do circo… que é impensável ter leões e elefantes enjaulados para nosso entretenimento… acho que está na hora de incluirmos os animais do zoo no mesmo lote.

Eu sei que os Zoos têm cada vez mais uma vertente de preservação das espécies em vias de extinção, que deve ser mantida, mas acho que está na hora de mudar a nossa mentalidade e a forma como olhamos para os Zoos. Não podemos permitir que um Zoo continue a ser um mero espaço de exposição de animais, para nosso gozo e, principalmente para o Zoo de Lisboa, é urgente dar mais condições, sobretudo mais espaço às espécies que têm ou então ter menos espécies…

Há mais de 20 anos que não ía ao Zoo... não sei se volto...

Outra coisa que me arrepiou (lá vou eu bater na mesma tecla)… foi a falta de civismo das pessoas.

Placas por todo o lado ‘NÃO ALIMENTE OS ANIMAIS’, mas havia sempre alguma criatura a dar batatas fritas, bolachas, principalmente aos macacos que são conhecidos por serem mais afoitos. No fim do espetáculo dos golfinhos pedem para abandonar o recinto, mas sem nos aproximarmos do vidro do tanque… o que é que a malta faz… tudo para cima do tanque… mãos no vidro do tanque…

Se nem ordens simples como estas as pessoas cumprem, regras básicas que existem apenas para tentar dar algum bem-estar aos animais, estamos muito longe de conseguir mudar mentalidades quanto à função de um Zoo…

A excursão!

Já vos disse no post anterior que fui aos Passadiços do Paiva numa EXCURSÃO.

- Então… e como foi, Rita? Gostaste?

Ora bem… por onde começar???

Acho que a última vez que me vi num autocarro em ambiente de excursão, ainda estava na escola secundária… já lá vão uns aninhos. A parte boa é mesmo o facto de não termos que nos preocupar com o caminho, estudar o caminho, saber onde vamos estacionar… pagamos para que alguém se preocupe com isso. A nós só nos resta apreciar a paisagem e dormitar uma boa parte do tempo. O reverso da medalha é estarmos limitados aos horários, ao caminho e às paragens que nos são impostos, pessoas que não conhecemos de lado nenhum, um ambiente que não é familiar.

A única condição que Sra. Minha Mãe impôs foi que não houvesse vendas, ‘nada de colchões ou garrafões de azeite’, disse ela, ‘o resto é como acharem melhor’.

Fomos 15 excursionistas, das quais não conheciamos 10, tudo mulheres, enfiadas num mini-bus com capacidade para 19 passageiros. Já estávamos mais ou menos preparadas para a banda sonora à base de Quim Barreiros, Rosinha e afins, para as anedotas, para as adivinhas, até aí tudo bem… mas não estávamos preparadas para a viagem de regresso. Tenho consciência que fomos muito condicionadas pelas notícias da tempestade Leslie e a hipótese da fecharem as pontes em Lisboa, mas acho que o comportamento da equipa devia ter sido outro.

Não vou dizer o nome da empresa, porque não fui maltratada, respeitaram o que estava inicialmente acordado, mas… notou-se alguma inexperiência, quase a rasar a falta de profissionalismo, quer do motorista, quer das guias.

O que começou por me incomodar um bocado foi o comportamento tipicamente tuga de ignorar os avisos da proteção civil, principalmente das restantes excursionistas: ‘há pá, isto não é nada’, ‘lá estão eles com os exageros do costume’, ‘vão ser uns sopros de vento e passa’. Eu acho que os representantes da empresa deviam ter assumido uma posição mais profissional, mas só consegui ouvir uma das guias a brincar ‘se não passarmos a ponte, olha… vamos todos para o pavilhão da estrela, que a câmara abriu para os sem abrigo’. Não gostei!

Andámos mais de três horas nos Passadiços, pois só quando saímos do Areinho é que se lembraram de ir atestar o depósito do autocarro? Andámos às voltas dentro de Arouca à procura de uma bomba de combustível… Então o que é que aquelas alminhas andaram a fazer, toda a tarde, entre largarem-nos em Espiunca e apanharem-nos no Areinho? Mais… o Motorista, que, por razões que não consegui compreender, nessas três horas não almoçou, depois de atestar, lembrou-se de parar numa beira de estrada para ir COMPRAR FIGOS…

Até entrarmos na A1, vinham, o motorista e as guias, agarrados ao GPS do telemóvel para atinar com o caminho… telemóvel que estava a ficar sem bateria e os dados estavam a acabar… WTF???? E continuavam… numa risota pegada.

Devo ser eu que não percebo nada disto, mas… acho que podiam ter feito mais para disfarçar a sua falta de experiência. Acho que tivemos sorte. Se a tempestade tem entrado por Lisboa, como estava inicialmente previsto, não sei se aquela equipa estava preparada para garantir a nossa segurança. E se as pontes estivessem fechadas? O que é que faziam connosco?

Correu tudo bem e isso é que interessa.

Acho que não vou desistir das excursões, mas… acho que vou procurar outras empresas.

Fui aos Passadiços do Paiva

Quem me segue no Insta já sabe que este sábado fui aos Passadiços do Paiva.

Qual a minha opinião?

Gostei. Que fique bem claro… eu GOSTEI, MAAASSS…

… tão depressa na vida não volto a encarar um lance de escadas com tanta leveza e descontração!

Ao contrário do que todas a gente diz em tudo quanto é site e blog, não começámos no Areinho e avançámos em direção a Espiunca (dizem que é mais fácil), nós fomos numa excursão (noutro post já vos conto a história da excursão…), pelo que ficámos sujeitas ao plano traçado e começámos em Espiunca. A minha única preocupação era Sra. Minha Mãe, pessoa já com uma idade respeitável e que não está habituada ao exercício físico, mas lá fomos…

Saímos de Lisboa pelas sete e meia da manhã em direção a Espiunca… as voltas que nós demos para lá chegar, pessoas! Fica aqui dito… NUNCA MAIS me ouvirão dizer que a terra onde Sra. Minha Mãe nasceu é LONGE!

Pouco passava das 13 horas quando passámos a portaria de Espiunca. O dia estava perfeito para um passeio assim, pouco calor, um ventinho para refrescar, grande parte do percurso à sombra. As paisagens são lindas, o vale, o rio a passar lá em baixo… se nos abstrairmos que muitas vezes estamos a andar ‘no ar’, que por baixo das traves de madeira não HÁ CHÃO, conseguimos apreciar a natureza num estado puro. Vi uma lontra a nadar no rio, uma garça (acho que era uma garça), calmamente pousada numa pedra, os vários tons de verde… os primeiros 8 Km de passeio foram mesmo muito bem passados.

Já no fim, já um pouco cansadas, aparece à nossa frente a tal escadaria que está em tudo quanto é foto promocional dos Passadiços. Já sabíamos que tínhamos que passar por ela, não havia volta a dar e começámos, muito calmamente, a subir os QUATROCENTOS DEGRAUS. Chegámos lá acima com um ar triunfante ‘CONSEGUIMOS’, estávamos felizes… descontraídas… sorridentes...passámos a portaria do Areinho numa alegria contagiante:

- Pronto… já passou, chegámos ao fim…

E diz o Segurança, num sorrizinho amarelo: não, não… ainda não acabou… ali à frente tem mais uns degrauzinhos…

Foi quando vimos que tínhamos que DESCER outros tantos degraus… mais QUATROCENTOS degraus. Foi só aí que a coisa azedou um bocadinho. Chegámos cá abaixo já mesmo no limite das nossas forças. Sra. Minha Mãe terminou agarrada a uma de nós, já muito aflita das articulações dos joelhos e das ancas, mas acabou!

Diz que estão a construir uma ponte de vidro … não contem comigo para a atravessar… é demasiado radical para a minha pessoa.

Quanto aos Passadiços… deixo uma recomendação… que tal um protocolo com a STANNAH?

Tributo ao meu amigo GPS!

Cá estou eu para vos contar o nosso último dia do passeio a Marvão:

3º dia: Vila Viçosa

Depois de tantos castelos, que basicamente são só calhau, saímos da Beirã com intenção de mostrar à miúda o Palácio de Vila Viçosa.

E o que seria de um passeio destes sem uma aventura patrocinada pelo meu amigo de longa data… o GPS, hã?

Começámos logo à saída em direção a Portalegre, trocámos as voltas e acabámos a fazer uma estradinha com umas curvas em gancho… parecia que estávamos no Vale do Vouga do antigamente… depois lá entrámos no IP2…

‘oh Rita, vê lá no GPS qual é a saída do IP2 mais indicada para chegar a Vila Viçosa’… e diz o GPS… ‘a 500 metros virar à esquerda…’

...

E pronto, pessoas... começou a tourada

Em menos de nada estavámos no chamado Alentejo profundo… retas a perder de vista… não se via vivalma… de vez em quando, mesmo muito de vez em quando, aparecia uma aldeia...

‘como é que isto se chama? Barcarena!!!’

‘oh mulher não é Barcarena, isso é no Cacém… é Barbacena… o GPS manda virar agora aqui à direita'…

'olha está ali um senhor… oh pai é melhor perguntares se estamos no caminho certo… vai na volta o GPS está a mandar-nos para outra Vila Viçosa qualquer…’

oh avô, e não trates o senhor por sócio… contigo são todos sócios!’ (tão engraçadinha a miúda, não é?)

O Sr., na boa maneira alentejana, lá disse que ‘sim senhor, estávamos no caminho certo… é já ali à frente…’

Mais uma sequência interminável de retas… passámos Vila Fernando e a Terrugem, passámos por cima da A6...

‘como assim? Aquilo é a A6?… tu queres ver que a A6 passa junto a Vila Viçosa e o GPS não me disse??? Eu podia vir sempre em autoestrada e ando aqui às voltas???’

Responde Sra. Minha Mãe que vem sempre muito caladinha… ‘podias vir em autoestrada, mas não era a mesma coisa… não conhecias a Barbacena, nem a Terrugem… assim é muito mais bonito... eu gosto mais assim!’

Lá chegámos a Vila Viçosa a tempo de integrar a visita guiada ao Palácio, das 11 horas.

Ao que aprece entrámos na Vila pelas traseiras, por assim dizer. Fizemos os últimos quilometros na companhia de um carro de matricula espanhola que... ou muito me engano ou também estava a ser guiado pelo GPS.

Segunda desilusão: os antigos não batiam bem da cabeça… faziam casas com algumas 50 assoalhadas, salas atrás de salas e o quarto do rei tinha uns miseráveis 10m2 (DEZ METROS QUADRADOS… o quarto DO REI!)

...

Almoçámos na ‘Taverna dos Conjurados’. Serviço um pouco demorado, mas tudo muito bem confecionado. O dono é o verdadeiro anfitrião, preocupado em prestar um bom serviço, com qualidade, sempre com explicações sobre a origem das receitas e as castas dos vinhos, etc… recomendo.

...

Saímos de Vila Viçosa, pela porta da frente, e foi... um tirinho até entrármos na... A6, em direção a Lisboa!

Para mais tarde recordar: Constância / Marvão

Como já vos tinha dito a semana passada, aproveitámos este fim de semana prolongado para ir para fora cá dentro...

1º dia: Constância / Beirã

Tinha muita curiosidade para conhecer Constância e não fiquei desiludida. Tudo muito bonito, arranjado, estimado.

Já que ali estávamos aproveitámos para levar a miúda ao Castelo de Almourol que também não conheciamos.

Primeira desilusão: chegámos ao parque de estacionamento do castelo pelas 12h15. Para chegar ao castelo é preciso apanhar um barco, tinha acabado de sair um, por isso, ficámos na fila apenas com uma família à nossa frente e logo atrás de nós se juntou mais um grande grupo. Todas as famílias tinham crianças… todas mais empolgadas com a ideia de andar no barco, do que propriamente com a ideia de ver um castelo. Era feriado nacional… fim de semana prolongado para muita gente, era de prever que a procura fosse maior do que num dia normal, era de prever que o horário de funcionamento do barco fosse adequado à procura… só que não.

O barco retorna ao cais e informa-nos o barqueiro que às 12h30 saía o último barco, apenas para recolher quem ainda estivesse no castelo, e só às 14h30 é que retomavam as travessias. Era a hora de almoço para os barqueiros...

A cara de desalento dos miúdos todos. Muito pais lá tentaram consolá-los dizendo que voltariam depois de almoço, mas dúvido que muitos deles o tenham feito.

Aposto que hoje os barqueiros devem estar cheios de trabalho…

Almoçámos no Trinca-Fortes, em Constância. É o que eu chamo de restaurante honesto: comida bem confecionada, preço justo, mas nada de espetacular.

 

Rumámos ao nosso alojamento na aldeia da Beirã, perto de Marvão, chamado Casas da Estação, mesmo em frente da estação do caminho de ferro da Beirã / Marvão, hoje desativada. Nada a apontar ao alojamento. Pagámos 160€ por duas noites, numa casa com três quartos, três casas de banho, sala (com Tv cabo e ar condicionado), cozinha (toda equipada), e acesso a uma piscina comum a outras casas do mesmo complexo.

A casa também tinha Wi-fi, mas nunca funcionou, aliás nem os nossos dados móveis nos telemóveis funcionavam na Beirã… era mesmo o fim do mundo. Além da ausência de dados móveis, a aldeia da Beirã, que é sede de freguesia, também não tem um multibanco, nem… uma simples mercearia… ‘ah, isso só em Santo António das Areias’… e o que é preciso andar de carro até chegar a Sto. António das Areias?… Valha-me Deus!

 

2º dia: Marvão / Castelo de Vide

Depois de tomármos o perqueno almoço com pãozinho fresquinho que nos foi deixado à porta, saímos para o nosso dia de passeio.

Ponto de ordem à mesa: Marvão bate Óbidos aos pontos. Acho que beneficia muito do facto de estar longe dos grandes centros. Uma calma, um silêncio, paisagens lindas. Corremos tudo, com toda a calma. Subimos todos os degraus que havia para subir e descer (as minhas ricas pernas).

Almoçámos em Castelo de Vide.

Pessoas queridas, quando forem a Castelo de Vide almocem, ou jantem, no restaurante ‘A Confraria’, estava tudo uma delicia… desde a sopa de espinafres que a miuda devorou, até às tradicionais migas com entrecosto, mas aquele rabo de boi estava divinal (tivemos vergonha de pedir mais pão só para acabar com aquela molhanga toda…) e as sobremesas… a encharcada estava dos deuses e o toucinho do céu, cruzes… acho que a minha PT não sabe deste blog, mas se souber aproveito já para dizer que passámos a tarde a derreter isto tudo em mais subidas e descidas no castelo de Castelo de Vide…

O relato já vai longo... amanhã conto-vos a tourada do 3º e último dia.

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