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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Ando sumida, eu sei...

… mas isto não está fácil. O ânimo anda mesmo pelas ruas da amargura.

O meu bichinho lá anda. Ainda não é o meu bichinho de sempre… não sei se voltará a ser. Na sexta feira foi à consulta para reavaliação, depois de andar quase duas semanas a caminhar para a clínica, para fazer medicação intravenosa, quase todos os dias.

Ora, isto para um animal que está habituado a ficar em casa sozinho, na sua paz e sossego, é uma grande mudança de rotinas, isso a juntar a uma mudança de alimentação… temos o caldo entornado.

A médica lá conseguiu tirar algum sangue, mas não o suficiente para fazer todas as análises que queria. Já combinei com ela, daqui para a frente, sempre que quiser tirar sangue, vamos sedar o bichinho… não quero voltar a vê-lo no estado em que estava quando entrei no consultório… todo encolhido, cheio de medo, todo babado e a rosnar…

Do que conseguiu ver nos testes que fez, parece que a situação do rim continua controlada, mas precisa fazer uma terapêutica para o fígado… ‘vai tomar isto… mas olhe que isto é difícil de tomar, os gatos não gostam nada… vá tentando!’

O bicho não come ração seca e mesmo as latinhas (que ele idolatrava), nem se chega, nem cheira sequer. No sábado ainda stressei um bocado… ainda pensei que fosse por estar outra vez com dor e imaginei-me logo em mais uma semana a caminhar para a clínica. Precisamos tanto de sossego… eu, ele, a minha irmã, que é a nossa motorista.

Já deitei um sem número de latas no lixo. Falei com a vet sobre isso, disse-me para ir alternando com latinhas do supermercado ‘é preciso é que vá comendo alguma coisa todos os dias’.

Em compensação toma o tal remédio sem problema, meto-lhe a seringa no canto da boca e devagarinho vai lambendo aquilo tudo… não pode ser tudo mau, não é!

Desde que foi diagnosticado, a 29 de janeiro, até sexta-feira passada, já perdeu 500g. Ele precisava de as perder, mas eu não queria que a doença fosse a razão da perda. Vai comendo… mas muito menos do que devia.

...

Em compensação, no sábado, a dona foi, com a sua Mana Querida, exorcizar os demónios… atolei-os em comida… fomos ao brunch do Basílio, o primo do Nicolau Lisboa, vejam no Insta aqui da chafarica…

O gato emagrece e a dona insufla… no dia 1 de março começo uma dieta de líquidos… tenho um casamento no dia 30 e já comprei o vestido… que está justinho… justinho… por este andar ainda vou ter que me enrrolar em cintas e spandex e rezar para não me dar um ataque de tosse, senão rebento...

E como não há duas sem três…fomos ao brunch outra vez!

A grupeta do costume, juntou-se mais uma vez para experimentar outro brunch de Lisboa. Fomos 6 gajas e duas crianças (uma com 10 e outra com 2 anos).

Já se sabe que isto aqui é malta que não anda propriamente a nadar em dinheiro, se juntarmos isso ao facto de o Natal ter sido há apenas um mês, está bom de ver que as carteiras andam um pouco leves para grandes aventuras. Assim, a escolha recaiu sobre o Brunch do Hotel Real Palácio, ali mesmo coladinho à igreja de S. Sebastião da Pedreira (junto ao Corte Inglês).

Finalmente fui experimentar o tal brunch em modelo buffet, pela módica quantia de 18,00€/adulto.

Então vamos lá às minhas impressões:

A sala era a típica sala de refeições de um hotel de 5 estrelas, com uma decoração cuidada, mas um pouco datada: mesas redondas, toalhas de pano até ao chão, guardanapos de pano, empregados muito solícitos a encher os copos de água e a limpar qualquer deslize dos clientes. Havia um pátio exterior que no verão deve ser uma delícia, mas muito pouco convidativo por estes dias.

Sabem aquela imagem que temos dos brunchs, as bowls de iogurte, cereais e fruta, as tostas com abacate e os ovos benedict? Esqueçam… aqui não encontram nada disso.

A mesa tinha de tudo um pouco: croissants, vários tipos de pão, scones, vários tipos de queijos e carnes frias, compotas, vários tipos de saladas, croquetes, rissóis, chá, café e sumos vários. Nos quentes havia os ovos mexidos (com uma espécie de panquecas que, sinceramente, foi a única coisa que não gostei muito), bacon, salsichas, cogumelos salteados. Havia também fruta e sobremesas várias. O ponto forte é a mesa do showcooking onde uma empregada do hotel preparava na hora pratos quentes de massa ou risotos, a partir dos ingredientes escolhidos pelos clientes. A pensar nos mais pequenos, havia também sopa (um simples creme de legumes) e esparguete com carne picada.

Por falar nos mais pequenos, outro ponto forte é a zona de brincadeira para as crianças, supervisionada por outra empregada do hotel, com atividades para os mais pequenos (naquele sábado estiveram entretidos a fazer bolachinhas).

 

Concluindo:

A minha primeira impressão foi que este brunch estava tão datado como a decoração da sala. Alguém me disse que este já foi considerado o melhor brunch de Lisboa, há cerca de dois anos, quando abriu, era preciso marcar mesa com mais de um mês de antecedência. Neste sábado não vi nada disso. A sala estava composta, mas não havia filas.

A minha primeira conclusão foi que não se adaptaram aos novos tempos e por isso, seria uma questão de tempo até terminar, mas... depois... fiz a digestão, pensei melhor, e acho que... afinal têm todo o direito em 'não ir em modas'. Acharam por bem manter-se iguais a si mesmos e... acho muito bem.

Depois de ter comido como uma alarve (sim pessoas, sentei-me às 12h30 e só me levantei muito perto das 15h00), o que é certo é que tudo estava bem confecionado, bem temperado, não dei conta de ter havido falta de alguma coisa na mesa.

Este é mesmo um ‘Brunch para Famílias’.

Pode ser diferente aos brunchs da moda, mas também tem o seu lugar. Não consigo imaginar pegar nos meus pais e convence-los a 'almoçar' num café, cheio de jovenzinhos, com um menu à base de iogurtes com cereais, panquecas com mel ou nutella e batidos de fruta, mas consigo imaginá-los neste hotel a almoçar calmamente, por um preço muito simpático. Foi isso que vi no sábado, familias e grupos de amigos, alguns com mais idade outros ainda com filhos pequenos, que aproveitavam para almoçar num ambiente descontraido q.b... (onde, ainda por cima, é possível pedir uma garrafa de vinho para acompanhar a refeição).

Voltarei concerteza!

Fomos ‘brunchar’ outra vez

Lembram-se de vos ter contado a minha experiência no Delidelux? De vos ter dito que não tinha ficado muito satisfeita, mas que iria tentar novamente. Um ano depois, lá fomos então dar uma segunda hipótese ao brunch!

Foi no passado sábado, eu Mana Querida mais as três colegas do ano passado.

Sim, eu sei que ficámos mal impressionadas com os brunchs que não seguem o estilo buffet, mas esta malta tem recursos financeiros escassos, por isso o buffet tem que esperar por melhores dias.

Fomos ao Nicolau Lisboa. Fica na Baixa, na Rua de S. Nicolau.

E então Rita diz lá o que achaste! - perguntam vocês.

Gostei. GOSTEI MUUIITTOO.

O serviço. Chegámos pouco passava das 10 de manhã. Quando virámos a esquina da Rua da Prata com a Rua de S. Nicolau ainda nos assustámos, a esplanada estava cheia e já havia uma quantidade enorme de gente que estava de pé à espera de mesa.

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Demos o nosso nome e diz o menino: ‘Tem SETE mesas à sua frente. Uma meia-horinha…’

Fomos dar uma voltinha, numa de ‘olha, meia hora, também abelha…’. Pelo sim, pelo não, voltámos 25 minutos depois…e já tinha passado a nossa vez!

Mais 10 minutos (o suficiente para assistir ao parzinho que vendo uma dezena de alminhas de pé à espera de mesa, chegou e abancou na primeira mesa livre, assim... descontraidamente... à malta que simplesmente não tem desconfiómetro!) e estávamos sentadas lá dentro, numa mesa quadrada enorme, mesmo adequada a grupos grandes.

O espaço. Simples, descontraído e muito bem decorado.

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A comida. Então é assim pessoas queridas, por 13€ podemos comer o brunch do Nicolau, composto por (vão lá buscar o babete para não molharem a roupa com a baba!):

Taça de iogurte com fruta e cereais

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Tosta de abacate ou de salmão fumado

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Panqueca com doce, nutela ou mel

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Chá ou café e sumo de laranja

Podem pedir como extra ovos mexidos (3€) ou ovos Benedict (5€).

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Dei uma segunda hipótese aos ovos Benedict. Tinha comido no Delidelux, pela primeira vez na vida, e não tinha ficado impressionada. Sabiam muito a vinagre, andei este tempo todo a pensar ‘será que é suposto terem um gosto avinagrado?’ Pois, pelos vistos não é suposto. Os que comi no Nicolau estavam muito melhores, sem sombra de gosto a vinagre.

Houve um maior cuidado com a entrega da comida na mesa, coisa que não aconteceu no Delidelux: primeiro a taça do iogurte, quando estávamos a terminar vieram as tostas todas, os ovos e as bebidas e, após um bom compasso de espera que nos permitiu comer com calma, chegaram as panquecas.

També achei as doses mais equilibradas. Saí cheia de comida, mas não a abarrotar de comida. Nada que um passeio pelo Chiado não resolveu.

Resumindo:

Fomos 5 gajas à mesa a enfardar comida como gente grande. Ora, todo o galinheiro precisa de um galo, não é? Apresento-vos o galo do nosso galinheiro de sábado (bem… é ainda um garnisé, mas já em estágio):

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Gabriel, ainda não tem dois anos. Foi o pastor deste rebanho. Aqui está a recarregar baterias, que isto de aturar 5 gajas não é fácil. Quando acordou, subiu desde os Armazéns do Chiado até ao Largo Camões e desceu pela Rua do Alecrim, sempre PELO SEU PÉ (o giro que foi ver os passeios de Lisboa cheios de turistas, tudo a desviar-se deste besnico), só pediu colo quando estávamos quase no Cais do Sodré. Rapazinhos do campo têm outra estaleca...

Uma palavra final para o S. Pedro: Esquizofrenia tem limite, porra! Só podes estar a gozar c' a malta. Tanto dia de praia com vento e água fria e no dia em que decido ir para a baixa de Lisboa tu mandas 35º...

O meu Paulo é que sabia…

Depois de anos a ver os blogs da moda e ouvir as bloggers da moda a falar disto, hoje, finalmente, fui comer um BRUNCH.

Então Rita, o que achaste? Conta-nos tudo sobre essa experiência maravilhosa! – dizem vocês.

Calma pessoas, calma! Eu conto. Tudo se resume a uma simples frase:

Eu e a minha irmã não fomos feitas para o brunch ou, pelo menos, para este tipo de brunch.

O meu Paulo é que a sabia toda. A ideia de misturar pequeno-almoço com o almoço numa única refeição sempre o fez torcer o nariz. Sou forçada a dar-lhe razão, pelo menos hoje. Passemos aos factos:

Fomos ao Delidelux, em frente à Estação de Santa Apolónia. Nós duas mais 4 colegas da minha irmã. Que fique já esclarecido que no que toca ao serviço tudo esteve ótimo. Fomos logo atendidas, não esperámos nada pela comida e tudo estava bem confecionado. Como podem ver pelas fotos, foi um banquete. No Delidelux têm 3 menus de brunch, sendo nós 6 alminhas, pedimos cada um duas vezes, para podermos provar tudo.

Ficámos na esplanada, mesmo em cima do rio. Aí começou o nosso erro, no início tudo bem, ‘ai que linda vista, e blá blá blá…’, mas estava um calor de ananases e, lá pelo meio-dia, o suor já escorria e já só pensávamos num aparelho de ar condicionado.

O que não gostei mesmo foi do facto de o menu completo ser todo servido ao mesmo tempo, frios e quentes. Resultado, em vez de se estar com calma, acho que esse é o princípio do brunch, somos levadas a comer e não a saborear, porque estamos a comer a taça da granola com fruta e ao lado estão os ovos e o cappuccino a arrefecer. Houve ali uma fase em que não sabíamos exatamente para que lado nos virar, por onde começar, qual a sequência lógica, já misturávamos tudo.

Saímos do restaurante, duas horas depois, esbaforidas de calor, com comida até ao céu-da-boca. Estou a escrever isto em casa, já depois de dormir uma sesta, são 20h00 e ainda não tenho fome.

Em suma, se quiserem experimentar um brunch recomendo antes aqueles que têm buffet. A comida está sempre disponível e cada uma pode escolher o que quer comer, na quantidade que quiser e ao seu ritmo.

Essa será a minha escolha numa próxima oportunidade.

Sim, Paulo! Não me dou por vencida, ainda vou dar mais uma hipótese ao brunch!

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