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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Ser feliz

Já o disse aqui, várias vezes: eu e o meu Paulo eramos felizes.

Não eramos uma família tradicional, tínhamos uns horários estapafúrdios (a norma era jantar às 10 da noite), tínhamos as nossas discordâncias, aturávamos os defeitos um do outro, mas eramos felizes … à nossa maneira.

A nossa felicidade vinha, acima de tudo, do respeito mútuo, da amizade profunda que nos unia, do estarmos certos que podíamos contar um com o outro ‘para o que desse e viesse’.

Porque a vida nunca corre como a planeamos, hoje, tanto eu como a minha irmã fazemos quase todas as refeições com os meus pais. Mais uma vez, não somos uma família tradicional (era suposto as filhas, na casa dos 40, estarem, com as suas famílias, a comer nas suas casas), temos o dever de respeitar os horários e hábitos dos meus pais (jantar a ouvir o ‘gordo’ na TV!), há dias em que temos as nossas discordâncias, aturamos os defeitos e manias de cada um e às vezes damos grandes gargalhadas.

Apesar de não ter o meu Paulo, posso dizer que sou feliz.

Cada um de nós tem uma definição de Felicidade. É um conceito subjetivo que depende de uma série de variáveis que são diferentes de pessoa para pessoa. Não sei qual é a vossa opinião, mas para mim, a Felicidade assenta na premissa básica de nos sentirmos parte de algo que nos rodeia e nos faz sentir seguros, família e amigos que se preocupam connosco, que nos fazem sentir especiais, amados.

Deve ser por isso, que o povo diz que 'o dinheiro não traz felicidade'. Deve ser uma solidão muito grande, quando não se te alguém com quem podemos contar, nos bons e nos maus momentos. Como é que se consegue viver sem isso?

 

Tudo isto para vos perguntar:

Como é que há casais, famílias, que se deixam arrastar em relações doentias, até ao ponto em que já não há sequer uma réstia de respeito?

Como é que se criam filhos em ambientes tóxicos, destruturados, numa atitude de desleixo, de ‘deixa andar’?

Pessoas que perdem anos de vida em situações miseráveis, simplesmente porque não têm a coragem de virar a mesa e dizer ‘NÃO É ISTO QUE QUERO PARA MIM’.

 

A vida é muito curta, pessoas.

A luz pode apagar-se a qualquer momento.

Se podem escolher (e quase sempre há escolhas que se podem fazer), escolham ser felizes.

 

PS1: Desculpem lá este texto um bocadinho à Gustavo Santos, mas uma pessoas às vezes é confrontada com situações de vida que nos põem a pensar...

PS2: Calma pessoas, para mim o dinheiro não traz felicidade ...mas é um excelente calmante para os nervos.

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