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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

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A inutilidade de alguns objetos domésticos

Quando saí de casa dos meus pais, para começar a minha vida de casada, levei comigo hábitos e rotinas que vi a minha mãe praticar na sua lida doméstica. Com esses hábitos e rotinas vieram também alguns objetos que, achava eu, serem indispensáveis à boa organização do meu novo lar.

Aconteceu comigo e acho que aconteceu com a maior parte de vocês que veem aqui ler os meus disparates.

Com o tempo, depois de criar os meus próprios hábitos e rotinas, tenho vindo a fazer uma lista de objetos domésticos que classifiquei de ‘inutilidades’ e que, por serem inúteis, foram banidos de minha casa.

1º Caixote do lixo. Foi a primeira coisa a ser banida de casa, assim que percebi que, por mais sacos do lixo que usasse para o forrar, acaba sempre sujo e a cheirar mal e eu tinha que o lavar. BLHÉC! (até me arrepiei).

2º Alguidar. Aquele que a minha mãe utilizava para tirar a roupa da máquina e a levar até ao estendal. Quando não se tem uma despensa ou uma marquise, onde é que se arruma o raio do alguidar? É enorme. Exterminei o meu há uns anos atrás.

3º Cesto da roupa para passar a ferro. O mesmo é dizer ‘o acumulador de trapo’. No último fim-de-semana comecei a sentir a ‘travadinha dos roupeiros' (é uma doença que me costuma afligir sempre por esta altura do ano) e dei comigo a olhar para o meu cesto e pensar: ‘se agora vivo sozinha, como é que este cesto está sempre tão cheio!’. Minhas amigas, o que eu encontrei nos fundilhos do meu  cesto, não dá para acreditar. Vou só dizer que andei todo o verão sem saber de uma túnica que encontrei agora e encontrei toalhas de mesa que nem me lembrava que tinha. Exterminei o meu cesto da roupa para passar a ferro no passado fim-de-semana.

Gato_cesto.jpg

 

Bem, ainda não posso dizer que o exterminei completamente, porque ainda não consegui deitá-lo fora.

Está desde sábado no chão da cozinha.

O meu animal adotou-o como o seu novo brinquedo favorito e eu sou um coração de manteiga com este bicho.

 

Nota: não tendo eu filhos a quem passar este meu conhecimento precioso, resolvi partilhar aqui estas minhas conclusões para, por um lado, partilharem com a vossa descendência (se assim o entenderem) e, por outro, pedir-vos que completem esta lista com outros objetos que vocês tenham classificado de ‘inutilidades’, tenho a certeza que vocês conhecem muitos mais.

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