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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

2 feijoadas e 1 cozido

Diz que o Terreiro do Paço vai ficar assim no final do ano que vem:

BBXrFB2.jpg

Desde 1990, ano em que entrei na Universidade, traseunte frequente doTerreiro do Paço.

Já não me lembro de ver o Terreiro do Paço sem obras. Comecei a fazer contas e algumas pesquisas e conclui que há, pelo menos, VINTE ANOS que esta zona de Lisboa está em obras.

...

Lembram-se da feijoada da ponte Vasco Gama... se bem me lembro os beneficiados foram os moradores das freguesias da zona oriental de Lisboa. Uma forma de lhes agradecer a paciência que tiveram com os trabalhos de construção da ponte e, principalmente, dos seus acessos.

Pois bem, se é assim, então os utentes dos barcos da Soflusa não são menos que os moradores da zona oriental de Lisboa.

Há vinte anos que andamos a sofrer com obras... 

Acho que, no mínimo, já mereciamos que nos oferecessem duas feijoadas e um cozido. 

É só uma ideia!

Ai a minha vida!

Nunca pensei dizer isto... 

Sapinho... tira o destaque, please!!!!!

O meu maior fail de todos os tempos em destaque no sapo. CRISTO!!!!

Ao sair do trabalho recebo a mensagem da Salsa a chamar a minha atenção para a minha azelhice... E quando chego a casa vejo a minha azelhice em destaque no sapo. 

Não sei se devo rir ou chorar!

EU ENGANEI-ME

EU SOU INFO EXCLUÍDA

EU ESTAVA NO SITE DA SALSA PARA O REINO UNIDO. 

Por favor... Não vão todos a correr de archotes e forquilhas no ar para as lojas da Salsa...

O casaco custa 169€!

É já amanhã... tudo a metade do dobro!

O que é que eu vos estou sempre a dizer sobre a Black Friday?

Façam o vosso trabalho de campo. Investiguem, informem-se sobre os preços. Comparem. E, se possível… FUJAM DA BLACK FRIDAY.

Já muita gente me disse que sou louca por andar sempre enfiada nas lojas. Já várias pessoas me deram a entender que me achavam um bocadinho fútil por andar sempre metida nos provadores das lojas… mas depois acontecem-me coisas destas e é aqui que eu acho que, se calhar, não sou assim tão fútil ou louca como me pintam.

Devíamos estar no final de setembro, quando, em pleno Colombo, os meus olhinhos batem de frente com um casaco na Salsa. Era o modelo que procurava, numa cor muito bonita… o preço era um bocadinho picante, mas Mana Querida não me deixou fugir (posso sempre contar com Mana Querida para o empurrão final…). Experimentei e comecei a sofrer de taquicardia… era lindo, mas o preeeçççoooo!

Mana Querida entrou em ação e eu comprei o casaco pela não muito módica quantia de 169€.

IMG_20191127_202203.jpgIMG_20191127_202213.jpg

Está no roupeiro à espera que chegue o frio.

Ontem (dia 27), já não sei porquê, dei comigo a passear pelo site da Salsa... e vejo isto:

Salsa_LI.jpg

Vá, não se ponham já pr'aí a dizer que aumentaram o preço do casaco em 100€, foram só 96! E, já agora, também não vamos comentar o facto desta pequena ter 1,78m e vestir um S, quando eu tenho 1,72m, peso 62Kgs e me ter sentido dentro dum colete de forças quando vesti o M...

A pergunta que se impõe ééé...

‘Qual vai ser o preço deste casaco amanhã?’

Que comecem as apostas…em 3, 2, 1… GO!

ATUALIZAÇÃO

Leiam o post seguinte, pff. Obrigada

Só quem anda nos transportes públicos, me compreende! #33

Ontem. Viagem de regresso a casa.

Metro, linha vermelha. Duas jovens (muito jovens). Uma delas estava super entusiasmada a contar à amiga uma descoberta fenomenal que tinha feito:

“não… vais ao chinês e compras um destes chapéus de chuva pequeninos, dobram-se todos… até trazem uma bolsinha para poderes guardar na mala, mesmo molhado e têm esta alcinha no cabo para poderes pôr o chapéu preso no pulso… assim já não perdes…”

 

Metro, linha azul. Comboio cheio, jovem vem a segurar com uma mão um trólei e a tentar equilibrar-se para não cair em cima de ninguém porque a outra mão está muito ocupada a segurar o telemóvel junto ao ouvido. Conversa em decibéis elevados, nota-se alguma vergonha alheia nas pessoas que a rodeiam...

Chegamos a Baixa-Chiado:

“ai miga, desculpa lá, é que o metro aqui na zona da Baixa faz muito barulho… até parece que o Metro se esforça para as pessoas não se conseguirem ouvir!”

Pessoas do Metro, então?

Então vocês não percebem que as pessoas precisam desabafar a sua vida em público?

Precisam contra às amigas que de manhã se levantaram e “sentiram uma ligeira tontura que é um sintoma típico de quem esteve doente e ficou muitas horas deitado, mas ainda bem que se levantou, porque logo a seguir se sentiu melhor e decidiu ir trabalhar e ainda que foi porque senão perdia um workshop espetacular…”

Pessoas do Metro, para quando carris almofadados?

Para quando carruagens que em vez de rodas tenham pantufas?

Olha que belo presente de Natal!

Vivi 13 anos da minha vida com um fumador… um GRANDE fumador.

No mínimo era um maço por dia, se o trabalho não se prolongasse noite dentro… Ainda me lembro da indignação do meu Paulo quando saiu a lei que proibiu o fumo nos locais de trabaho, restaurantes, pastelarias e centros comerciais, tivemos várias discussões lá em casa…

Apesar de levarmos sempre um cinzeiro para a praia, daqueles que se enterra na areia, e termos sempre um cinzeiro na varanda (o seu local de fumo lá em casa… depois de mais algumas conversas mais acesas…), tenho a certeza que o meu Paulo, nos seus muitos anos de fumador, deitou alguns milhares de beatas para o chão.

Há dias, ao entrar na estação dos barcos percebi uma troca de palavras mais acesa entre duas pessoas. Uma jovem tinha atirado uma beata para o chão e outra, um pouco mais velha, estava a dar-lhe na cabeça, pela sua falta de civismo. Ficaram ali só pela simples troca de algumas frases mais irónicas, porque àquela hora o que a malta quer mesmo é chegar a casa. Percebi que a Sra. mais velha estava a dizer à mais nova que devia apagar bem o cigarro e levar a beata consigo para casa ou deitar no caixote do lixo mais próximo.

Convenhamos, da mesma maneira que comemos um gelado e não atiramos o papel e o pauzinho para o chão… ensinam-nos isso quando somos pequeninos, porque é que os fumadores estão convencidos que podem atirar com as beatas para o chão?

Da mesma forma que os fumadores se habituaram a não fumar em certos locais (ainda me lembro do Paulo a ver um filme da década de 70 e ver uma das personagens a sacar de um cigarro dentro de um avião ou no local de trabalho e ficar de olhos arregalados... 'realmente como é que era possível... fumávasse nos aviões!!!'), tenho a certeza que será uma questão de tempo... da mesma forma que é feio deitar papéis para o chão, um dia também será feio deitar beatas para o chão!

Ora, ontem, nos meus passeios pela net, encontrei isto num dos meus sites preferidos, o Pegada Verde. Um cinzeiro de bolso, com um nome espetacular… Biatakí.

biataki-eco-cinzeiro-praia-1.jpg

Tinha o seguinte texto:

20% dos portugueses considera "normal" atirar beatas para o chão. O resultado? A cada minuto, são atiradas 7000 beatas para o chão - só em Portugal. E há 32 anos consecutivos que as beatas são a maior fonte de lixo nos oceanos e praias. A maioria das beatas não é biodegradável e demora mais de 10 anos a decompor-se.

Durante esse processo, libertam substâncias como nicotina, arsénio e chumbo. 

O Eco-Cinzeiro Biatakí é a opção para quem ainda não conseguiu deixar de fumar. É reutilizável, e pode ser guardado no bolso ou na mala. Basta colocar lá dentro as beatas! É feito de matérias-primas naturais, como o bambu, e as rolhas são de cortiça e reutilizadas de garrafas.

Custa a módica quantia de 3,20 €… mais barato que um maço de tabaco.

De nada!

A 'minha casa'

Ontem, a ‘nossa casa’ passou a ser, oficialmente, a 'minha casa’.

Fiz a escritura de partilhas com o Melga.

Há precisamente 20 anos comprei a minha primeira casa. Tinha 26 anos e assumi o meu primeiro grande compromisso da vida adulta.

Fui lá várias vezes, durante o processo de compra (ainda estava em fase de acabamentos), sempre de porta aberta, claro. Lembro-me tão bem da primeira vez que meti a chave à porta e entrei na ‘minha casa’… soube-me tão bem… fechar a porta e pensar ‘agora quem quiser entrar tem que tocar à campainha da minha casa’.

Ontem à noite voltei a meter a chave à porta da ‘minha casa’… fechei a porta da ‘minha casa’…

E doeu tanto, chorei tanto…

No primeiro serão que passámos nesta casa, lembro-me de dizer ao Paulo ‘esta será a casa onde vamos ficar velhos, só vamos sair daqui em duas situações: ou alguma coisa corre muito bem na nossa vida, ou muito mal’.

Sempre pensei que o 'muito mal’ seria não termos dinheiro para a pagar. Nunca me passou pela cabeça que o 'muito mal’ seria não ter o meu Paulo a envelhecer comigo lá dentro.

Não me quero precipitar. Já aprendi que quando me precipito faço asneiras de que mais tarde me arrependo. Vou dar tempo ao tempo, deixar a poeira voltar a assentar.

Ontem, pela primeira vez nestes cinco anos, senti que esta casa não foi comprada para ser a ‘minha casa’. Esta sempre foi a ‘nossa casa’.

Ontem, pela primeira vez nestes cinco anos, senti que talvez… talvez precise sair da 'nossa casa' e recomeçar noutro lado qualquer...

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