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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Outra vez…

… uma decisão judicial que humilha a mulher.

Outra vez no Tribunal da Relação do Porto... (não acham melhor mandar analisar a água ou os filtros do ar condicionado do edifício… é que vai na volta e anda um vírus muita estranho por lá…).

Portanto, a ver se consigo fazer uma lista para não me esquecer:

1. Se eu trair o meu marido, tanto ele como o meu amante estão autorizados a dar-me porrada.

2. Se eu for a uma discoteca, beber uns copos e desmaiar na casa de banho, qualquer rato que por ali passe está autorizado a violar-me.

...(será que fica por aqui???)

 

Lembrei-me outra vez da nossa estagiária brasileira. Ainda não vos falei dela, pois não?

Há uns anos (credo, tantos, já!) chegou ao meu serviço uma funcionária da Justiça Federal do Brasil. Vinha recolher dados para fazer um estudo sobre… qualquer coisa, já não me lembro.

Era uma quarentona enxutíssima, que levava os dias a contar os dias que faltavam para poder meter os papéis para a ‘minha aposentadoria’ e levar o resto da vida a viajar pelo mundo. Tinha expressões hilariantes, daquelas que só o povo brasileiro sabe criar e que mais ninguém no mundo diz como eles dizem.

Lá no Brasil, trabalhava diretamente com juízes. Um dia, no meio de uma conversa, disse uma frase que me ficou na cabeça, porque foi a gargalhada geral.

Sempre que sai uma decisão judicial, assim como estas da Relação do Porto, lembro-me da Solange a dizer:

 

“minina...cabeça de juiz é que nem bundinha de nené…

nunca se sabe em que estado a merda vai sair”

Sabem o que vos digo...

... acho melhor acabar com a Tv por cabo em Portugal!

 

A malta anda a ver bué filmes e séries criminais.

É a filha que mata a mãe, porque queria gozar a herança com o marido...

Agora é a mulher que mata o marido, com a ajuda do amante...

 

Estão convencidos do quê? Que só nos filmes é que se descobre a verdade?

Que na vida real a polícia é burra?

 

Pessoas gulosas… ou apenas burras!

Fui beber o meu cafezinho do meio da manhã com a minha colega.

Vamos sempre as duas, pelas 10 horas, beber um abatanado e comer um pão com manteiga (pronto… confesso, em dias de maior desespero, o pãozinho com manteiga é substituído pelo Pão de Deus ou croissant…)

Estávamos as duas deliciadas a molhar o pão com manteiga no café (à lá coisa melhor do que pão com manteiga molhado no café…), quando reparamos, numa outra mesa, numa mãe com um menino com uns 3 ou 4 anos.

Não sei se estavam a tomar o pequeno almoço, ou, tal como nós, apenas a fazer um reforço para se aguentarem até ao almoço… sabem o que comeram estas duas criaturas???

O café onde vamos também serve almoços, por isso na montra tem sempre muitas sobremesas, com um aspeto de fazer babar qualquer alminha. A mãe começou por colocar à frente da criança uma MOUSSE DE MANGA e, para ela, um galão (não tenho a certeza, mas acho que não era um galão normal, pareceu-me ter natas). A criança despachou a mousse num abrir e fechar de olhos e começou a namorar a arca dos gelados… escolheu um SOLERO que sua mãe prontamente retirou da arca e deu à criança.

Sentindo-se desconsolada, porque estava a beber o galão (com natas?) sem acompanhamento, pediu um QUINDIM (para quem não sabe é um pudim feito de gemas de ovo, açúcar e coco ralado).

 

Entretanto, o meu abatanado e pão com manteiga estavam também despachados, tive que regressar ao local de trabalho… não sei se o festim continuou, mas consigo imaginar que se volte a repetir quando, lá pelas quatro da tarde, quiserem lanchar…

 

Sabem o que penso quando oiço falar no imposto aplicado aos refrigerantes, a chamada ‘taxa do açúcar’?

Acho que devia ser, pelo menos, 10 vezes superior ao que estão a praticar.

Como assim...

... faltam três meses para o Natal???

 

De hoje a TRÊS MESES vamos estar todos de volta às fatias douradas, sonhos, bolo rei, aletria, couves e bacalhau!

Isso quer dizer que faltam uns míseros dois meses para eu voltar a montar a Árvore de Natal... DO-IS ME-SES???

 

Como assim?

Ok... lá vou eu outra vez!!!

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Sobrevivi!

Foi por pouco, mas sobrevivi a DUAS SEMANAS DE FORMAÇÃO.

 

Duas semanas fora do meu local de trabalho.

Duas semanas de palestras, em cima de palestras (no total foram só TRINTA E SETE!), num auditório sem janelas, com um ar condicionado muito manhoso e à média luz.

Duas semanas de algumas palestras interessantes, outras de cortar os pulsos (fosse pelo assunto ou pelas capacidades oratórias dos palestrantes...). Como sempre nestas coisas salvou-se o facto de conhecermos pessoas novas, com interesses e atividades completamente diferentes dos nossos, numa espécie de 'alarga a tua perspectiva do mundo')

 

Duas semanas a viajar para uma das zonas mais turísticas de Lisboa (Belém), volta e meia transportada em reliquias do século XIX, que os turistas AMAM, mas que desesperam os tugas que trabalham ou estudam!

Duas semanas a levar com os turistas descontraidamente de férias, com os seus saquinhos carregados de Pasteis de Belém e a comprar bilhetes UM A UM à entrada do eletrico !!!

 

Nunca pensei dizer isto, mas posso garantir que na próxima segunda feira vou estar tão, mas TÃO FELIZ por vir para o meu local de trabalho...

A minha querida secretária... o meu maravilhoso computador... os meus queridos coleguinhas... que saudades da linha vermelha do metro (também carregadinha de turistas, é certo, mas como estão a chegar ou a sair de Lisboa, carregadinhos de malas, não têm aquele arzinho mete nojo de quem está de férias).

logica-dos-gatos-013.jpg

Quatro anos

O que restará de ti

É tudo aquilo que deste

E não o que guardaste

Nos cofres enferrujados

 

O que restará de ti

E de teu jardim secreto

É uma flor esquecida

Jamais fenecida

E tudo que deste

Nos outros, florescerá

Pois aquele que perde a vida

Um dia a encontrará

 

O que restará de ti

É tudo que ofereceste

De braços abertos

Numa manhã ensolarada

E tudo que perdeste

Ao longo da jornada

E tudo que sofreste

Nos outros reviverá

Pois aquele que perde a vida

Um dia a encontrará

 

O que restará de ti

Uma lágrima caída

Um sorriso brotado

Nos olhos do coração

 

É verdade,

O que restará de ti

É o que semeaste, dividiste

Com os que buscam a felicidade

E tudo que semeaste

Nos outros germinará

Pois, aquele que perde a vida

Um dia a encontrará

(Obrigada Miguel Falabella, por nos teres dado a conhecer este texto)

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