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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Ai a minha vida, miúda!

A familia reune-se e pesa os prós e os contras...

Mandar a miúda para um ATL de verão? Ou não?

A familia decide, após grande debate, que 'sim, senhora! Só lhe vai fazer bem, andar entretida, aprender coisas novas, conhecer outras situações, outras realidades, aprender a interagir com outras pessoas... a ver se se habitua a comer em refeitórios... blá, blá, blá'

As duas semanas terminaram... O BOM é que já não tem medo de comer num refeitório (YYEESS!)...

O MAU... ontem chegou a casa, agarrou no telemóvel e começou a ouvir isto... em LOOP...

E sabia a letra... e treinava a coreografia...

'Oh tia... a culpa é vossa... vocês é que me inscreveram neste ATL!' (tão engraçadinha, a miúda)

A criatura chama-se Kevinho e é portador desta voz melodiosa que me entra nos tímpanos e me põe os neurónios à beira de um ataque de nervos!

A música chama-se... PaPum... sim... PaPum...

E pensar que já levámos na cabeça por deixármos a miúda ouvir as músicas do Quim Barreiros e da Rosinha!!!

(espera-me umas férias em dor e sofrimento)

Acabadinho de ler

A Mulher, Meg Wolitzer.

Lembram-se da Meg Wolitzer? Já vos falei dela quando li ‘Os Interessantes’.

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Este é um livro sobre feminismo. O cenário, pelo menos no início, é o mesmo do filme, que também gostei muito, ‘O Sorriso de Mona Lisa’. Não sei porquê, mas olhei sempre para este livro como a continuação daquele filme.

A América dos anos 50. Jovens mulheres que foram chamadas a tomar as rédeas da vida, enquanto os homens andavam na guerra. Jovens mulheres que até podem ir para a universidade, mas de quem a sociedade espera que aprendam apenas o suficiente para serem excelentes donas de casa, para poderem receber os amigos dos maridos e possam ter conversas inteligentes sobre temas como arte, história ou literatura.

A narradora do livro, Joan Castleman, fez-me lembrar uma das personagens do filme. Mulheres com uma inteligência acima da média, com um futuro profissional muito promissor, mas que decidiram ser aquilo que a sociedade esperava delas. Decidiram ser donas de casa, mães, as ‘mulheres de…’.

Joan é a mulher de Joe Castleman, o grande romancista. A história começa a bordo de um avião, numa viagem transatlântica entre a América e a Finlândia, onde Joe vai receber o prémio literário de uma vida. Na viagem de ida, Joan decide que vai pedir o divórcio e começa a relembrar toda uma vida.

O livro descreve a relação entre homens e mulheres, o papel da mulher na sociedade, a forma como a mulher é vista, percebida pelos homens de forma crua, amarga, revoltada. Está cheio de frases que são socos na barriga.

Definitivamente gosto muito desta Meg Wolitzer.

 

PS: este livro foi adaptado para o cinema. A atriz que faz de Joan Castleman é… a GLENN CLOSE. Promete, não é?

Se bem que eu sou sempre da opinião que os filmes NUNCA conseguem traduzir completamente o que o autor escrever, mas com a Glenn Close fica-se mais perto...

 

Só pra'desabafar!!!

Acendi a televisão pelas 7 horas da manhã, para ver as primeiras notícias, enquanto comia a minha taça de cereais...

Primeira notícia que ouvi (ainda nem estava sentada):

...

Hoje, 10 de julho de 2018...

ainda há...

NEVE NA SERRA DA ESTRELA!!!

...

Já vos disse que vou de férias na próxima semana, não já?

Acampamento dos Figueiredo 2018

Chegámos à nossa Praia da Rainha, mais uma vez com as galinhas.

O dia estava muito melhor do que o ano passado, mas também não era preciso muito para estar melhor, bastava que houvesse sol, ainda mais com a promessa de 30º, lá mais para a tarde. Montámos o estaminé e esperámos pelo resto do pessoal.

Este ano não batemos nenhum recorde, fomos uns míseros 13 adultos e 7 crianças.

A água estava GELADA, mas estava bandeira verde. O segundo banho da manhã já deu para tirar a ‘barriga de misérias’. Não havia vento, não havia calor em demasia, o dia prometia ser um estrondo.

Até os miúdos estavam a ajudar. As mães estavam extasiadas. Pela primeira vez, em tantos anos, estavam deitadas nas toalhas sem ouvir ‘oh mãe, olha ele… oh mãe, ele atirou-me areia… oh mãe… ela tirou-me a pá’. Finalmente atingimos aquele patamar em já se entretêm sozinhos, já têm autonomia suficiente para poderem ir buscar baldinhos de água sozinhos e a nós só nos compete, de vez em quando, abrir uma pestana e contar cabeças. YYEESS!!

Mais uma vez os olhares à nossa volta na hora do almoço: primeiro de repulsa quando pusemos a mesa, especialmente quando Primo João sacou do garrafão de 5 litros de sangria (geladinha, tão boa!) e quando Mana Querida pôs a sua playlist de música pimba a tocar no telemóvel, que os miúdos sabiam acompanhar sem tropeçar (para grande HORROR de Prima Joana), logo substituídos por olhares gulosos quando Sra. Minha Mãe sacou do termo do café, para rematar o repasto.

Mas não podia ser tudo perfeito, não é? No fim de almoço, tudo a preparar-se para uma tarde de conversa bem passada, com calorzinho Q.B. acompanhado de um ocasional sopro de brisa marítima para refrescar, quando nos apercebemos que começa a levantar-se um ventinho assim… fresco… muito fresco… mesmo FRIO. Ao ponto de ficar desconfortável e haver quem vestisse camisolas ou colocasse toalhas sobre os ombros e ninguém se atrever a ir ao banho da tarde (tirando as crianças, mas essas, já se sabe… não têm sangue nas veias!)

Oh meu rico S. Pedro… a gente percebe que a idade já vai avançada e isto de gerir o tempo em todo o lado dá muito trabalho. A gente já percebeu que, de há uns anos a esta parte, preferiste fazer o outsourcing da gestão do tempo a uma empresa e, por assim dizer, está a gozar a reforma.

Querido S. Pedro, deixa-me que te dia, escolheste uma empresa que presta serviços baratuchos e que não sabe, de todo, o que está a fazer.

Só para te lembrar que na próxima semana vou estar pelos Algarves e ainda não me esqueci do ano passado, em especial daquele serão em que saí de casa para comer um gelado na esplanada e acabei na esplanada, sim, mas a BEBER CHÁ quentinho... vê lá se pões o outsourcing na linha, até lá, ok?

Eu sou uma triste...

... as minhas colegas são más...

... as minhas colegas não percebem que estou quase de férias... que preciso de me enfiar num bikini sem vazar vistas a ninguém...

... uma perde uma aposta... traz pasteis de nata!

... a outra faz anos... traz pasteis de nata!

 

Podia dizer NÃO, OBRIGADA!

Pois podia, mas eu sou fraca e não gosto de desagradar às minhas coleguinhas!

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