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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Vida de pobre é assim!

Ontem fizemos a estreia da época balnear.

Ainda pensei não ir. Não estou devidamente depilada. Só amanhã é que tenho hora marcada na esteticista. Gaja que é gaja faz um plano de depilações, manicura e pédicure com base nas datas das férias grandes de verão. A regra é muito simples faz-se essas coisas todas um mês antes e na véspera de ir de férias.

Ainda estive quase para pôr uma gilete nas pernas, mas pensei:

‘Então vais estragar tudo por causa de uma manhã de praia??? Não! Vais assim mesmo. Afinal de contas se as outras andam com os seus rabos enormes carregadinhos de celulite enfiados em biquínis asa delta ou fio dental e não se preocupam, tu também podes mostrar meia dúzia de pelos!’

Fizemos a nossa merenda e lá fomos os cinco para a nossa Praia da Rainha. Não foi difícil sujeitar-me a ficar mais recolhida, sempre junto ao chapéu: calor…mas com vento. Bandeira vermelha. Água gelada. Ondas de meter medo.

Hoje parece que vai estar o chamado ‘calor de ananases’. 33º em Lisboa, 38º em Setúbal, mas a malta é pobre, sujeita-se a isto tudo e vai trabalhar.

Vesti-me o mais fresquinha possível, mas de calças …claro! Vestidos e saias só a partir de amanhã!

...

Sentada no barco, no lugar ao lado do meu estava uma pequena de saia e… com pernas que mais pareciam a Mata da Machada que fica lá ao pé de casa…

Os meus olhinhos, pessoas, ai os meus olhinhos!!!!

Não definido?

Pessoas queridas que têm blog no Sapo,

Companheiros e companheiras de luta,

Colegas,

Por estes dias tenho uma dúvida que me encanita o espírito.

Alguém me consegue explicar o que são acessos ao blog a partir de um local ‘Não definido’?

Para quem não sabe, o nosso querido Sapinho agora dá-nos um conjunto de informação estatística, atualizada diariamente, sobre os acessos aos blogs. Entre a informação consta a localização a partir da qual se acedeu ao blog, no Mundo e em Portugal.

Ora, em ambas as listas de acessos aparece sempre um conjunto de acessos a partir de um local ‘Não definido’.

Quando é na lista do resto do Mundo só posso pensar que alguém tentou aceder a esta minha humilde chafarica, a partir do Triângulo das Bermudas!

Mas e quando é na lista de concelhos em Portugal???

Temos Lisboa, Porto, Povoa do Varzim, Faro, Viseu e …. Não definido!!!

Vai na volta isto até tem uma explicação muito simples…eu é que não consigo lá chegar.

Já agora, porque é que Setúbal aparece sempre como ‘Setúbal Municipality’?

Ajudem-me!

Já por várias vezes desabafei aqui que tenho muitos dias em que acordo de manhã, com uma telha descomunal, e o primeiro pensamento é:

'Não quero saber, hoje vou trabalhar de pijama e pantufas!'

...

E não é que parece que as minhas preces foram ouvidas pela ZARA.

Sim, pessoas! Já estive mais longe de concretizar este meu devaneio matinal!

 

Primeiro vieram os robes kimonos:

(reparem que no terceiro modelito, é possível juntar ao robe kimono, umas calças de ATILHO. O verdadeiro PIJAMA)

kimono1.jpgkimono2.jpgkimono3.jpg

Agora (só as vi este fim de semana), chegaram os chinelos de quarto as sandálias:

(sim! No site da Zara chamam a isto SANDÁLIAS)

sanadalias-pelo.jpg

Agora só preciso da vossa ajuda. Minhas queridas, esclareçam as minhas dúvidas metafísicas

É possível sair à rua com os robes/pijamas kimonos COM os chinelos de quarto as sandálias peludinhas? Tudo junto?

Por favor, ajudem-me! Será que existem tutoriais?

 

 Decididamente não nasci para ser fashionista! Havia de ser bonito chegar ao trabalho nestes preparos....

Até parece que já estou a ouvir as minha coleguinhas: 'ai ... coitadinha... temos que estar mais presentes! Vai na volta o processo de luto está ser muito mais difícil do que pensávamos!'

O ‘nosso carro’

Como muitas famílias, eu e o meu Paulo vivíamos mês a mês, sempre com pouca folga, qualquer despesa extra transformava o mês num sufoco. Por isso, nas semanas que se seguiram à partida do meu Paulo, a minha grande preocupação foi reduzir a despesa.

Estava sozinha, não sabia se o banco ia exigir alteração do contrato de crédito à habitação (afinal de contas em vez de dois rendimentos, agora seria só uma pessoa a pagar) não fazia ideia de quanto seria a pensão a que teria direito da Segurança Social, andava muito nervosa e decidi que o melhor era vender o 'nosso carro'.

Tínhamos comprado carro cinco meses antes. De todos os carros que tivemos, nos 13 anos de casamento, aquele foi O carro que o meu Paulo adorou. Nos cinco meses que o conduziu disse, vezes sem conta, ‘gosto tanto deste carro’.

Eu não conduzo, a prestação era grande, a juntar às despesas inerentes a qualquer carro (selo, seguro, etc…),  em poucas semanas consegui vendê-lo a um stand.

Chorei muito (tanto!) no dia em que o foram buscar, fiquei a vê-lo sair da garagem com outra pessoa ao volante e foi como ficar a ver a minha vida a desaparecer, a desintegrar-se…

Aprendi uma grande lição nesse dia. Tomei consciência que tinha que ter calma. Não podia tomar mais decisões a quente. Foi a noite em que decidi que, por muito que custasse, ‘só daqui a um ano é que vais decidir se queres vender a casa’. Foi por causa desse dia, do que senti nesse dia, que levei tanto tempo a decidir transformar a 'nossa casa' na 'minha casa'.

...

E porque é que me lembrei disto agora?

Porque no sábado que passou, numa das minhas voltas com Mana Querida, parámos na entrada de uma rotunda, vejo um carro preto a passar, era do mesmo modelo do ‘nosso carro’, olhei para a matrícula e… era O ‘nosso carro’.

A culpa é desta minha cabeça, não consigo fixar uma cara à primeira (nem à segunda!), mas mostrem-me uma matrícula e dificilmente me sai da memória.

Não consegui deixar de sentir um aperto no peito. Um pedacinho da minha vida passada ia ali.

Andei estes dias a pensar na razão deste aperto no peito e, agora que já passaram quase três anos, a esta distância, consigo perceber o porquê.

Aquele carro não é um pedacinho qualquer da minha vida passada, é um pedacinho muito especial.

A compra daquele carro foi o último momento verdadeiramente feliz da nossa vida.

...

Não consegui ver quem o conduzia.

Acho que o meu subconsciente não quis saber se era homem, mulher, se estava uma família lá dentro, mas quem quer que seja que o tenha comprado, que seja muito feliz.

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