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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Semaninha do demo, esta que hoje chega ao fim

Comecei no sábado a chorar, porque, mais uma vez, andei em arrumações e limpezas e encontrei muitas ‘coisas e coisinhas’ do meu Paulo.

Tive dois dias de formação em Algés. No primeiro dia, ao chegar a Belém, de elétrico, os passageiros foram informados que a estrada estava cortada pelo que era preciso fazer o transbordo para autocarros…mas não disseram quais autocarros, sendo que de Belém para Algés, que eu saiba, não há autocarros (além disso a estrada estava cortada em frente aos Jerónimos por causa de uma cerimónia qualquer que previa a presença de altas figuras do Estado, por isso NADA COM RODAS passava à frente do Mosteiro).

E AGORA, COMO É QUE EU CHEGO A ALGÉS???

Tive que fazer o que detesto fazer, gastar dinheiro num táxi. Roguei tanta praga à alminha que criou este sistema de avaliação dos funcionários públicos, que nos obriga a andar constantemente em formação….

Hoje tenho uma reunião fora das instalações da minha chafarica… e como é que está o tempo hoje??? CHOVE. Ainda há pouco parecia o fim do mundo...

Como estava sol antes de sair de casa, achei por bem não vestir o casaco (sou pessoa muito dada a calores e suores, como vocês sabem) e não trouxe chapéu-de-chuva… Lá vou eu parecer uma tolinha a ter de usar um chapéu velhinho que está aqui na minha gaveta!

Então, não houve nada de bom esta semana, Rita?

Sim, claro que houve. O que vale é que posso sempre contar com os meus sobrinhos mais pequenos para me alegrar.

 

Frases-Sobre-Ser-Tia-10.jpg

 A minha sobrinha Luísa, em conversa com a mãe, sobre uma hipotética mudança de trabalho da mãe e uma ainda mais hipotética mudança, por exemplo, para o Porto, conseguiu dizer à mãe que não queria ir para o Porto, porque não queria falar portês.

O meu sobrinho Diogo faz hoje sete anos. Está um crescido. Comecei o dia, pouco depois das sete da manhã, com ele a telefonar para me dizer:

‘Tia Rita tenho uma coisa para te dizer, eu tinha um dente a abanar, mas agora já caiu’. É sempre um acontecimento de relevo, a queda do primeiro dente, ainda por cima, logo no dia em que se faz anos e o rapaz quis contar à sua tia Rita.

Houve-se a minha cunhada ao fundo ‘Diz à tia Rita para não se esquecer de vir à tua festa no domingo’.

Diz ele ‘a mãe disse para dizer diz à tia Rita para não se esquecer de vir à tua festa no domingo’.

Este é mesmo gajo… é tão gajo que dói.

 

Cada vez percebo menos disto

Nunca fui pessoa dada à matemática.

Ainda sou do tempo em que se chegava ao 10.º ano e, ao escolher a área de Humanidades, nos livrávamos da matemática para todo o sempre. Ainda hoje me lembro da minha satisfação ao chegar à escola no primeiro dia de aulas do 10.º ano, saber que não conhecia ninguém na minha turma (fui a única da minha turma do 9.º ano a escolher Humanidades) e pensar: ‘Oh pá, Rita, não vais ter Matemática, nem Físico-química, o que mais pode correr mal???’ (por acaso muita coisa correu mal, 90% dos elementos da minha turma do 10.º e 11.º anos eram uma verdadeira bosta, mas isso é outra história). 

Não é bem uma incapacidade para os números. Enquanto foram contas com números, ainda consegui levar a água ao meu moinho, o pior mesmo foi quando me puseram a fazer contas com números uns em cima dos outros e com letras à mistura. Descarrilei de vez.

Tudo isto para vos contar que, apesar de não gostar de matemática, gosto de pensar que ainda tenho capacidade para ajudar a minha sobrinha com os TPC’s de matemática (lembro que a miúda anda no 3.º ano). Basicamente são contas de somar, multiplicar, subtrair. Gosto de pensar que o meu raciocínio matemático ainda chega para isso.

Pelo menos achava que chegava. Pelos vistos já nem para isso chegam os meus conhecimentos.

Um dia destes vi uma ficha de exercícios de matemática da minha sobrinha. Comecei a ver a resolução e chamei-a à atenção porque um exercício estava mal resolvido e ela começou a teimar que estava bem.

A pergunta era:

Utilizando os algarismos 0, 4, 5 e 7 escreve o maior número ímpar possível.

Ela escrever 7540 e eu disse-lhe para corrigir. O maior número ímpar possível era o 7405.

A matemática pode ser um bicho-de-sete-cabeças para mim, mas que eu saiba os números acabados em 0 são pares, não são?

Pois... parece que já não são. Ou melhor são, mas também são ímpares…

...

Chegar aos 44 anos para ficar a saber que os meus conhecimentos de matemática já nem chegam para identificar corretamente um número ímpar.

E é assim que a matemática se transforma numa ciência ainda mais obscura, ou, como diz Sr. Meu Pai, 'num comboio com muuuiiitas carruagens'.

 

…e ainda tive que levar com um atestado de burrice de uma miúda de 9 anos que fez questão de olhar para mim do alto da sua importância e dizer ‘vês tia, eu tinha razão…’

Bom dia!

Bom dia pessoas fofinhas.

Fica-se logo com outro ar quando se tem um fim-de-semana de três dias, não é?

Dá tempo para tudo, com toda a calma. Não é preciso andar em contra relógio para aproveitar ao máximo dois míseros dias.

Deu tempo para as lides domésticas (limpezas, mudanças, compras de supermercado).

Deu tempo para aquelas atividades que toda a gaja gosta (cabeleireiro, manicura).

E sobretudo, deu tempo para passear.

Devia haver legislação que obrigasse a existência de um fim-de-semana prolongado, pelo menos mês sim, mês não.

 

advogadomafioso.jpgNo domingo à noite, como não tinha que me levantar cedo na segunda, dei-me ao luxo de ficar acordada até acabar de ler este livro.

É mais um daqueles que se lê num ápice.

Tinha muito curiosidade de ler este autor, desde que vi aquela série 'A Firma', no AXN ou na FOX, não me recordo.

Acho que a especialidade do Grishman é escrever sobre o sistema de justiça americano e fá-lo com toda a mestria.

Neste livro temos um advogado famoso por defender os indefensáveis e, por isso, anda sempre no limite do que é eticamente aceitável.

Mostra-nos uma América às voltas com os exageros cometidos pelas forças de autoridade, protegidas pelas recentes leis de combate ao terrorismo, e sobre cidadãos comuns, inocentes, que são apanhados na teias da justiça.

Muito bom. Gostei.

 

 

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