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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Aquele momento...

... em que se almoça na sala de refeições, na companhia das nossas colegas.

Era só boa disposição, afinal o fim de semana está à porta

Não demorou muito para que o tema de conversa girásse à volta disto:

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Para os mais distraídos, informo que se trata  de uma imagem de N. S. de Fátima () à venda nas lojas da Vista Alegre.

Eramos só gajas à volta da mesa. Conseguem imaginar o nível da conversa???

Vou só dizer que teve contornos altamente pedagógicos... e mais não digo!

Como disse uma colega: 'Feliz deve estar o autor do busto do CR, já ninguém fala do seu lindo trabalho'

Bom fim-de-semana.

21 de abril de 2007

Foi há 10 anos que me mudei para a minha casa. Esta que já foi a 'nossa casa' e que quero que seja a 'minha casa'. Curiosamente também calhou ser uma sexta-feira. Lembro-me muito bem da nossa alegria, da excitação, naquele fim de tarde em que regressávamos do trabalho e, finalmente, íamos dormir na nossa casa nova.

Digo ‘finalmente’ porque foi um processo que demorou três anos e que teve contornos de uma verdadeira novela mexicana. Não houve nada que não nos acontecesse:

- Assinar um contrato promessa na primavera de 2004, ainda com casa só em planta, que dizia que seria entregue lá pelo natal de 2005 e constatar que em janeiro de 2005 ainda nem caboucos havia…

- Pôr a casa onde morávamos à venda e, sem que nada o fizesse prever, vendê-la em 4 meses, em novembro de 2005. E a casa nova ainda estava em tijolo, muito longe de estar pronta. Encaixotar os tarecos e arrendar uma garagem para os guardar. Viver ano e meio num T1 que era suposto a minha irmã estrear, depois das obras que lhe fez (abençoada criatura!).

- Ir comprando coisas novas para a casa e, a certa altura, ter a aguardar indicação de data para entrega: uma mobilia de quarto no Porto, um frigorífico em Torres Vedras e uma televisão em Lisboa (eramos muita doidos!!!)

- Escolher um chão diferente. Ver o chão colocado e ficar de olhos a brilhar e uma semana depois ser chamada à obra e ver o chão em ondas que chegavam à altura do meu joelho, porque foi mal colocado. Arrancar o chão todo e resignarmo-nos com o típico flutuante de carvalho.

- Ficar a saber que em TODA a urbanização (um porradão de apartamentos, ok!) fomos os ÚNICOS a escolher acabamentos em carvalho. Ficar um mês e meio a ver a obra parada porque faltava uma ripa e meia de rodapé que era preciso trazer de outra obra em Lisboa. Foi preciso o meu Paulo fazer uma cara feia e oferecer-se para ir buscar as ripas (‘Oiça, eu e minha mulher vamos todos dias para Lisboa. Diga lá onde é a obra que nós vamos lá buscar as ripas, amanhã já cá estão!).

- Ser informada que iam mudar os espelhos dos interruptores. Que eram muito bonitos a imitar o vidro. Eram VERDES. Dissemos que queriamos branco. Foram todos retirados para a casa ser pintada com as cores que escolhemos para depois...voltarem a ser colocados. Conseguem imaginar o quarto do Melga em azul com interruptores verdes??? Já lá estavamos a viver quando foram substituidos...

- No meio disto tudo, tivemos que refazer todo o processo de obtenção de crédito junto do banco algumas 3 ou 4 vezes, porque perdia a validade.

- Ter escritura marcada para 26 de abril (acho?) e tratar das mudanças da garagem e do T1, mais as entregas das coisas novas, tendo essa data como horizonte. Já estava tudo na casa nova: pratos, copos e talheres, mobiliário, roupas, TUDO, ok?

- Receber uma chamada do banco a informar que os registos provisórios perdiam a validade um ou dois dias antes da escritura e pelo meio ainda tínhamos o feriado do 25 de abril e o banco não queria correr riscos, por isso a escritura estava cancelada.

- Estar no banco às 8h30 do dia seguinte ao do telefonema, de lágrimas nos olhos, e ser informada que tinhamos que fazer (e pagar!) novos registos e marcar nova escritura que, contudo, não se poderia realizar antes de 30 dias (TRINTA DIAS) sobre a data da escritura inicial, portanto só lá para o fim de maio (estão a acompanhar a novela?).

Saímos do banco, o Paulo olhou para mim e disse: 'Preciso dum café. Já agora, por acaso, tens alguma ideia sobre ONDE é que vamos viver nos próximos 30 dias?'

Não sabíamos se era para rir ou chorar, mas o construtor lá se apiedou da nossa triste história e permitiu que nos mudássemos mesmo sem a escritura feita.

Faz hoje 10 anos.

Não gosto do calor

Já por diversas vezes dei a entender que gosto do frio, mas foi sempre de forma muito contida, por isso, hoje vou dizê-lo com toda a frontalidade:

NÃO GOSTO DE CALOR!

Passo a explicar:

Trabalho num edifício fresquinho, todo cheio de ar condicionado, mas consegui andar todo dia com a camisa toda molhada nas axilas. E isto ainda não é nada. Lá mais para a frente vão chegar os dias em que me levanto da cadeira e tenho manchas de suor debaixo das mamas. Digam-me lá qual é o vosso segredo para não andarem como eu…

Estão a chegar os dias em que me vou sentir um frango de churrasco sempre que tiver de entrar num qualquer transporte público sem ar condicionado. Tão bom, não é!

Estão a chegar as noites quentes em que não corre um arzinho que seja e não consigo dormir e vou trabalhar ainda mais rabugenta.

Gosto de passar a ferro (sim, não gosto de calor, mas gosto do ferro de engomar. Sou louca!), mas passar a ferro em dias com mais de 30 graus???

Estão a chegar as semanas em que andamos com as carnes mais expostas o que nos obriga a uma vigilância apertada sobre as nossas pilosidades que teimam em crescer ao estilo 'Velocidade Furiosa'...

Nem vou falar nas hordas de melgas e mosquitos que aparecem de todos os lados e acham que somos feitas de mel.

 

Pessoas queridas que leem os meus disparates, para mim o verão só serve para duas coisas:

Estar de férias e secar a roupa

Adoro praia (de manhã até ao fim do dia), adoro biquínis e fatos de banho, adoro ficar na toalha a esturrar ao sol e alternar com banhos de mar que não acabam mais.

Adoro estender uma peça de roupa depois de jantar e saber que a posso usar no dia seguinte, porque a dita vai secar durante a noite.

Tirando isto, digam-me, por favor, para que serve o verão?

Da mesma forma que acho que só devia chover nas hortas e nas barragens, o calor devia ficar limitado às praias, parques de merendas, esplanadas, etc.

Sempre que quiséssemos, íamos ter com ele! Era tão mais fácil...

odeio_calor.jpg

 

Esta miúda é um espetáculo!

Recordação Páscoa 2017: todos sentados à mesa a jantar. Luísa dá um longo bocejo.

Eu – Ena! Tanto soninho. Hoje tens que te deitar cedo…

Mana – Pois, se calhar é melhor.

Luísa (de dedo esticado no ar) – Não, não! Não comecem a pensar coisas. Isto não é uma demonstração de sono!

Eu – Ai não!

Mana - Então é o quê?

Luísa – É … uma …. libertação de dióxido de carbono que estava acumulado nos meus pulmões…

Ficou tudo a olhar prá miúda com olhos meio arregalados.

Mana – Desculpa!

Luísa (de sorriso rasgado) – Acreditaram???

 

Nove anos, pessoas! Estamos tão bem entregues.

A tradição ainda é o que era

A Semana da Páscoa não seria a mesma coisa sem a reunião da minha família toda na ‘terra’.

Vai tudo ver passar o compasso, dar um beijinho da cruz e encher a barriga de cabrito, pão-de-ló, folares e bôlas de carnes...

Se acordo às 6 da manhã em dia de trabalho, também posso acordar à mesma hora para aproveitar ao máximo as mini férias.

6 da manhã e já estou a caminho com Mana Querida.

Animal mai’lindo vai no banco de trás, na sua transportadora, a miar desalmadamente, parece que chora (‘oh dona, tira-me daqui!’).

Ontem a fazer as malas, foi mais ou menos isto:

Claro que a transportadora só lha posso mostrar no último minuto, depois de fechar a porta do quarto, sob pena de ter que arrastar a cama para o conseguir apanhar…

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