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Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Não sejas engraçadinha!

Como é costume dizer nestas lides "Este é um blog sobre tudo e sobre nada"

Seres vivos importantes para mim: o Lontrinha

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Apresento-vos o meu Lontrinha. Vão ouvir falar muito dele por aqui.

Ele tem nome (Félix), mas como não gosto muito, lá por casa é sempre chamado de Lontra, Menino ou Animal.

Foi apanhado na rua. Era uma bolinha de pelo. Faz nove anos no próximo verão que está lá em casa.

Neste último ano e meio foi a minha companhia, principalmente à noite. Sabe muito bem chegar a casa e ser recebida por um gato que mia desalmadamente e se enrrola nas minhas pernas e que me segue por todos os cantos da casa.

Já me destruiu 3 sofás e tenho a casa toda coberta de pêlo branco, mas já aprendi a viver com isso.

Só vou de férias se o puder levar comigo. Se não aceitarem animais, temos pena, fica para a próxima. O máximo que o consigo deixar são duas noites e é porque vai uma prima lá a casa duas vezes por dia.

Não há nada melhor do que fazer um 'cafuné' naquele pescoço todo peludo. Acho que já dei mais beijos a este bicho, do que a toda a minha família junta.

No dia em que chegou a casa disse-lhe 'vou fazer de ti o animal mais mariquinhas do planeta!'.

Objetivo superado!

Só quem anda nos transportes públicos, me compreende #1

Uma coisa que mudou na minha vida, com a partida do meu Paulo, foi voltar aos transportes públicos da área de Lisboa.

Não é coisa que me incomode, toda a minha vida andei de transportes públicos para todo o lado (já era adolescente quando o meu pai tirou a carta e comprou o primeiro carro), mas de certa forma não deixa de ser uma espécie de 'retrocesso'. Sabe muito melhor entrar no carro à porta de casa e sair à porta do trabalho, principalmente em dias de chuva, vento e frio ou em dias de muito calor.

Mas, 'o que não tem remédio, remediado está' e, em vez de me lamuriar, comecei a prestar atenção à 'fauna' que me rodeia todos os dias, coisas que não se experimenta quando se anda sempre carro. Algumas histórias já postei no meu facebook, mas prometo recuperá-las para vocês, para já deixo algumas pequenas pérolas, só para vos adoçar o apetite:

1ª porque carga de água é que mulheres adultas, com rabos do tamanho de camiões TIR estão convencidas que podem vestir leggings? Então quando são leggings que ficam tão esticadas que se consegue ver a pele das criaturas (e respetiva celulite).

2ª porque carga de água é que mulheres adultas estão convencidas que podem vestir casacos de peluche, com orelhinhas de urso no gorro do casaco?

Diálogo ao telefone:

Ela (toda mel): Estou. Bom dia amorzinho!

Ele, do outro lado, perguntou alguma coisa.

Ela (já sem mel, e com mais alguns decibeis): Então, eu não te disse que tinha que ir ao supermercado, f***-se!

Oh pá, o amor é lindo!

Porquê este nome para o meu blog?

Não sejas engraçadinha! É uma expressão que o meu marido utilizava, quando me ouvia dizer alguma graçola ou sempre que eu disparatava.
Dizia. Há algum tempo que não o oiço dizer isto. E que saudades eu tenho de o ouvir.
13 de setembro de 2014. O tal dia que mudou tudo para sempre.
A madrugada em que uma médica da urgência do hospital me disse "o sr. Paulo faleceu".
Não quero fazer destas páginas uma espécie de 'muro das lamentações'. Como é costume dizer, "para tristeza, já basta a vida", e todos nós temos as nossas tristezas e lamentações.
Comecei por escrever na minha página pessoal do Facebook e sempre que o fazia, sentia-me melhor. Só que o FB é uma confusão e dei comigo a tentar reler alguns textos com 2 ou 3 meses e era o cabo dos trabalhos para os encontrar.
Por isso é que a ideia do blog me agradou, porque fica tudo mais arrumado, num arquivo, por mês (nota-se muito que trabalho em biblioteca e arquivo?)
Como digo na descrição, isto é sobretudo "um blog sobre tudo e sobre nada", sobre o que me vai na alma. Uns dias serão mais tristes e outros de boa disposição.
Prometo dosear a coisa para não se enjoarem.

Não sejas engraçadinha!

Olá, eu sou a Rita. Para já vamos ficar só assim: Rita, sem apelidos.
Até há uns dois anos atrás a minha vida era outra, com outras rotinas, interesses, prioridades. Eu era uma Rita mais inocente. Com uma vida certinha, com um ‘currículo’ limpinho.
Filha de doméstica e de operário fabril, aluna cumpridora, comecei a trabalhar pouco depois de terminar a licenciatura. Pouco dada a namoros, um dia encontrei o meu príncipe encantado. Costumávamos dizer que não foi amor à 1ª vista, mas à 3ª. Em menos de 1 ano estávamos casados (como diz o povo, "foi atar e pôr ao fumeiro”).
E a vida passava por mim. Uma vida como as outras: trabalhar, ir ao supermercado, fazer a lida da casa, passear no centro comercial, fazer malabarismos para que sobrasse pouco mês no fim do ordenado.
13 de setembro de 2014. O dia em que tudo mudou para sempre. Nessa madrugada morreu a Rita mais inocente. Passei o último ano e meio a descobrir uma maneira de fazer as pazes com a vida.
Até há uns dois anos atrás não fazia sequer a ideia como se fazia um post no Facebook, percebia tanto de redes sociais como de um lagar de azeite. Mas havia amigos que queriam saber de mim e com o tempo apercebi-me que quando escrevia ficava melhor, a minha cabeça ficava mais leve. Comecei a escrever sobre coisas que me aconteciam no dia-a-dia e os ‘amigos’ gostavam de ler e, pior que isso, comecei a gostar de receber comentários.
Até que uma noite, duas amigas, que não se conhecem, uma no Messenger e outra no FB, comentaram se já tinha pensado em escrever um blog, ou um livro, ou numa revista.
Nessa mesma noite fui para a cama a pensar:

“Oh mulher, qual blog, qual quê! Não sejas engraçadinha!”
“Olha, até dava um nome giro!”

E pronto, a ideia começou a fermentar.
Estou só a começar e a descobrir como é que isto funciona. Não sei no que isto vai dar. Digam-me vocês…

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